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MOBILIZAÇÃO NACIONAL CONTRA O GENOCÍDIO INDÍGENA NO BRASIL

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Documentando a causa da Mobilização Nacional, um FAZENDEIRO DE PARANHOS/MS anuncia o GENOCÍDIO dos indígenas da aldeia de Arroio Kora, e diz que fala em nome de todos os fazendeiros da região: “A Polícia Federal está sabendo, o Prefeito, o governo, todos sabem. Armas tem aí pra vender, aqui ao lado no Paraguai. Se é guerra que eles querem, então vamos pra guerra!”


A Mobilização nacional contra o genocídio de indígenas no Brasil tem como objetivo INIBIR os ataques, tocaias, assassinatos EM PRAÇA PÚBLICA, diante de testemunhas, sem nenhum constrangimento, próprio de quem tem O AVAL das autoridades  e garantia de IMPUNIDADE. Tem também o objetivo de EXIGIR a demarcação das terras e a publicação, por parte da FUNAI da lista de terras que já foram homologadas, lista esta que ninguém consegue ter acesso. Iremos postando o conteúdo referente aos 52 eventos programados para hoje, sendo 49 em território nacional e 3 na Europa.

Debaixo de chuva, enfrentando todo tipo de dificuldade durante a organização do evento, inclusive infiltrações de TROLLs para desarticular o protesto do VÃO DO MASP, essa juventude paulistana, mais uma vez, é vencedora. Não se deixam intimidar por vozes de comandos nem se sujeitam a “representantes” seja lá do que for. Eles estão aptos a pensar por si próprios, tirar suas conclusões e resolver suas diferenças. eles sabem como São Paulo respira e como é que a cidade fala para o brasil e para o mundo quando quer que ouçam sua voz.

Na ALDEIA MARACANÃ, onde houve concentração do evento no Rio de Janeiro, foram confeccionados cartazes e pinturas para que todos fizessem parte de uma só TEKOHA. Logo em seguida a marcha de protesto percorreu as imediações do estádio do Maracanã, onde vários imóveis estão sendo desapropriados para serem DEMOLIDOS, inculsive O MUSEU DO ÍNDIO, fundado por Darci Ribeiro, que abriga vários moradores de variadas etnias. Hoje somos TODOS GUARANI-KAIOWÁA

Em Porto Alegre após a concentração no Largo Glênio Peres, a passeata subiu a Av Borges de Medeiros, itinerário também tradicional das insurgências gaúchas. Cada cidade tem sua trilha de desobediência civil, uma praça onde se articulam os indignados, uma via de marchar na contra-mão do sentido obrigatório.

Em Belo Horizonte a chuva inibiu a muitos que estavam dispostos a participar das manifestações, mas as caras foram pintadas e o ato público de repúdio ao genocídio no MS ficou registrado na capital mineira.

A seguir a PETIÇÃO, que depende apenas de um click da sua parte para transformar-se em um documento histórico, que poderá ser capaz de fazer aquilo que sonham muitos militantes nesse país, há MUITAS GERAÇÕES: INIBIR definitivamente o GENOCÍDIO INDÍGENA no BRASIL e forçar o Governo Federal a parar a procrastinação com a demarcação das terras indígenas, cumprindo a CONSTITUIÇÃO. Só queremos que a LEI SEJA RESPEITADA, que os direitos dos cidadãos sejam respeitados, e que a impunidade tenha fim, pois não suportamos mais saber que os assassinatos de lideranças e extermínio em massa continue IMPUNEMENTE em um país que se diz preparado para sediar os dois eventos mundiais mais importantes. Basta clicar no banner e assinar. Não leva 5 minutos e pode mudar a história das nações indígenas no Brasil. Finalmente uma mensagem da lidrança VALDENIR MUNDURUKU, com sua voz triste e mansa, duas palavras que definem a natureza dos povos originários do Brasil hoje. Fica aqui o registro do que foi o 9N, Dia Nacional de Protesto contra o GENOCÍDIO dos Guarani-Kaiowáa. O Primeiro de MUITOS que virão.

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