Segundo Sol

BETELGEUSE – OUTRO SOL NO CÉU EM 2012?

De acordo com Brad Carter, professor sênior de física da Universidade de Southern Queensland, Austrália, no período entre o final de 2011 e o final de 2012, ocorrerá a explosão da SUPERNOVA BETELGEUSE, parte da constelação de ORION. Isso irá proporcionar em nosso céu, por algumas semanas, ou meses, uma visualização similar à imagem acima, pois a emissão de intensa luz causada pela explosão promoverá no céu uma irradiação avermelhada do mesmo tamanho do nosso Sol, e outros afirmam que será apenas como uma lua cheia. É provável que o Segundo Sol  permaneça brilhando durante a noite, neste período, gerando, assim, um dia permanente: Enquanto nosso Sol esconde-se, como de costume, ALPHA ORIONIS, como também é chamada, permanecerá no céu, fazendo revezamento com a estrela de nosso sistema. A expressão “a qualquer momento” é usada pelos astrônomos para prever a explosão de BETELGEUSE, mas em escala de tempo astronômico, este período está contido entre hoje até daqui a MIL  ANOS. A Supernova está a 640 anos-luz da Terra, perdendo, de forma acelerada, grande quantidade de massa, o que indica o final de sua vida e sua eminente explosão.
betelgeuse-Finale

O processo que culmina na explosão é uma espécie de “morte” da estrela. Estrelas brilham através da fusão nuclear, transformando hidrogênio em hélio, e depois o hélio em carbono e elementos mais pesados. Eventualmente, a estrela começa a produzir ferro. Quando isso acontece, a quantidade de energia libertada da fusão em algo mais pesado é menos do que o necessário para fundir os átomos. Assim, o ferro cai como “cinza” para o centro da estrela, formando ali um núcleo de ferro. Quando este núcleo atinge um determinado tamanho, a estrela não pode gerar energia suficiente para suportar as camadas externas (que são compostas por hidrogênio, hélio e outros elementos mais pesados). A estrela entra em colapso em poucos segundos, e a massa de material “salta” fora do núcleo, com tanta energia que ocorre uma explosão de luz e radiação. O que resta é uma estrela de nêutrons, uma bola de nêutrons com poucos quilômetros de diâmetro e tão densa, que cada centímetro cúbico pesa uma tonelada.

ALFA ORIONIS é alvo de especulação, não só filosófico-religiosa, mas também científica, gerando controvérsias. Em alguns pontos existe concenso: A explosão em nada afetará nosso palneta, em termos físicos, não seria possível sermos afetados pela radiação devido à distância do espaço/tempo em que o evento ocorre. Alguns dizem que a explosão já aconteceu, e que a qualquer momento iremos avistá-la. Isso, no mínimo, gera um  evento inusitado: Cria um foco de atenção em torno de algo que pode já ter acontecido, no passado, e que aguardamos, para o futuro, poder observar, quando estaremos naquele presente momento, testemunhando algo que já ocorreu, ou seja, promove uma fusão de passado/presente/futuro que nos cura da doença fragmentadora do tempo/espaço, das emoções, crenças, pensamento e conhecimento. Alguns cientistas afirmam que quando um acadêmico da área que ganhar espaço na mídia, assume uma postura como a do Prof. Brad Carter. Outros dizem que a NASA oculta, como parte daquela conhecida Teoria da Conspiração, informações sobre o que realmente está ocorrendo com BETELGEUS. Outros, ainda, associam o fenômeno astro-físico com profecias religiosas. Nós, aqui, só mencionamos as declarações de cada uma das partes, porque isso  é, certamente, um dos destaques da VIDA NO ANO DE 2012.