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NANOSUBSTÂNCIA INJETÁVEL – OSSO ARTIFICIAL

Desenvolvido na Universidade de NOTTHINGAN, Inglaterra, o osso artificial de NANOSUBSTÂNCIA injetável pode ser aprovado para uso clínico em 18 meses. Com a textura de um creme dental, a NANOSUBSTÂNCIA pode ser feita para combinar com as propriedades mecânicas dos tecidos onde será injetada e solidifica-se instantaneamente, em resposta à temperatura do corpo. A AUDAX de Massachusetts, EUA, pretende comercializála sob o nome de ARXIS e o Dr. Thomas Webster afirma que o material será capaz de suportar o peso dos tecidos, assim que for testado em animais, o que ocorrerá nas primeiras semanas de 2011.

O preço das injeções está estimado em torno de US$ 1.000,00 a US$ 1.500,00 e deverão substituir pinos e placas de metal e também implantes ósseos. O material vai continuar sendo submetido a pesquisas que buscarão variações para viabilizar sua utilização em outros tipos de processos reparatórios, em outras partes do corpo, inclusive o coração. Ali Khademhosseini, professor assistente de medicina da Harvard Medical School, em Boston, EUA, diz que há muito espaço para inovação do osso artificial  desenvolvido por Tom Webster.

Nanotec

NANOTECNOLOGIA – Microrobôs no corpo humano

A física e química quânticas abriram os precedentes para o desenvolvimento de tecnologias que interferem no ambiente microscópico e nos seus eventos. Desde a criação de tecidos impermeáveis, métodos preventivos à falsificação de cédulas, até a identificação de processos corrosivos em motores como os de aviões, em seu grau mais primário de desenvolvimento. Isso otimiza a manutenção de máqunas e prevenção de danos maiores. Na área da medicina, porém, as pesquisas são polêmicas, apesar das nanopartículas já terem papel importante no diagnóstico e no tratamento de tecidos cancerosos, como as partículas de ouro, os microcristais, chamados nanodiamantes, e as micropartículas magnéticas.

Estas partículas são equipadas com neuroreceptores específicos que as tornam compatíveis apenas com as células cancerígenas, fazendo com que elas se tornem inteligentes e viajem pela corrente sanguínea até acoplarem-se aos neurotransmissores das células dos tumores. Na imagem ao lado, o elemento azul é um nanodiamante portador de medicação quimioterápica. Ele viaja pela corrente sanguínea, encontra e integra-se ao tecido canceroso através dos neuroreceptores, e realiza o que chamam de  “DRUG DELIVERY“, evitando que a medicação de alto nível tóxico entre em contato com os tecidos saudáveis do paciente, eliminando os efeitos colaterias da quimioterapia. Obviamente as animações de vídeo, com imagens como a que está abaixo, que representam os NANOROBOTS, ainda não representam a realidade, porém a imagem ao lado demonstra uma tecnologia que já é usada em Oncologia. As pesquisas em animais, porém, revelam ainda falhas graves a serem resolvidas na aplicação desta metodologia em organismos vivos.

No caso de tratamento de doenças terminais, assumir os riscos que a nova tecnologia ainda apresenta é aceitável, já que o tratamento tradicional é quase tão nocivo quanto a própria doença. O problema de ultrapassar fronteiras, ir além dos limites que a natureza estabelece, quando se trata de organismos vivos, é que as consequências sempre são imprevisíveis. No caso das nanopartículas, elas atravessam as membranas que protegem o cérebro das partículas perigosas que viajam na corrente sanguínea, podendo alojar-se ali, causando danos cujas dimensões ainda não se pode avaliar. Podem também, à semelhança das partículas de amianto, causar sérios danos aos pulmões, como ocorreu nas pesquisas com animais. De volta á prancheta, é o que ocupa neste momento os neurônios mais brilhantes e carregados de eletricidade do planeta nos meados de 2012: A NANOTECNOLOGIA.